ISSN 1612-3352

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Prof. Dr. Claus F. Claussen, Neurootological Research Institute of the Research Society for Smell, Taste, Hearing and Equilibrium Disorders at Bad Kissingen (4-G-F). Bad Kissingen, Germany.
Dr. med. Julia M. Bergmann,
Dr. med. Guillermo O. Bertora,
Otoneuroophthalmological Neurophysiology,
Buenos Aires, Argentina.

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Dr. med. Julia M. Bergmann,
Dr. med. Guillermo O. Bertora,
Otoneuroophthalmological Neurophysiology,
Buenos Aires, Argentina.


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Vertigem: abordagem baseada em evidências.

Abstract

A vertigem é um sintoma decorrente de uma alteração do aparelho vestibular, na porção periférica, central ou ambas. Inúmeras causas e doenças podem produzí-la, sendo definida como uma alucinação de movimento rotatório.
As dificuldades na abordagem da etiologia e do tratamento com os métodos propedêuticos atuais, leva o médico muitas vezes a tratar a “tontura” ou “doença” de maneira empírica.
A medicina baseada em evidências (MBE) contribui de um modo racional e científico na avaliação desses pacientes, alicerçada na epidemiologia clínica, bioestatística e informática médica. Procura suprir “deficiências” que a medicina convencional apresenta, escorada na fisiopatologia, experiência individual e intuição.
Em otorrinolaringologia, a literatura que aborda esse assunto é escassa. Recentemente, um artigo (“Evidence-based medicine in otolaryngology journals”) revelou que 72% dos trabalhos publicados nas principais revistas americanas referia-se a pesquisa clínica, 36% a terapêuticas médicas, observando-se muito pouco dentro dos conceitos da MBE.
O que se pretende com a MBE é aumentar a capacidade do otoneurologista, no sentido de qualificar a avaliação do paciente vertiginoso para um diagnóstico e tratamento mais precisos, através de revisões sistemáticas e metanálise, proporcionando condutas clínicas baseadas nas melhores evidências encontradas.
Concluímos que a MBE deve ser incorporada na prática do otoneurologista, contribuindo para o aprimoramento do ensino e da pesquisa e dando um novo enfoque do pensamento e raciocínio do médico, tendo como alvo o paciente.

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